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16/02/2012 - Manejo de pragas na cultura do milho safrinha

Eficiência no manejo de pragas na cultura do milho safrinha: resultado de pesquisas e boas práticas agrícolas

? Produtores rurais garantem melhor aproveitamento da safra, a partir de investimentos em tecnologia e monitoramento constante do plantio

Embora a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) ressalte que ainda é cedo para apontar estimativas para a safrinha de milho, cujo plantio se dá entre janeiro e fevereiro, a cultura vem obtendo uma representatividade cada vez maior no cenário do agronegócio brasileiro. Graças à associação dos manejos biológico e químico, produtores rurais conseguem ampliar a qualidade e a produtividade do cultivo, principalmente com a prevenção de pragas mastigadoras, responsáveis pela queda de até 20% do potencial produtivo da plantação.

Muitos são os avanços tecnológicos oferecidos para otimizar os resultados no campo e viabilizar o incremento da área plantada. De acordo com Modesto Félix Daga, consultor e engenheiro agrônomo da região de Cascavel (PR), o aumento da qualidade e do potencial produtivo do milho safrinha se dá, ano após ano, devido à somatória de pesquisas de plantas híbridas, de práticas culturais e da observância do zoneamento agrícola. “Com a aplicação de variadas técnicas, o plantio pode ser realizado durante o ano todo, porém essa iniciativa disponibiliza alimento para pragas e permite, consequentemente, o aumento de população de insetos, como a lagarta do cartucho (Spodoptera frugiperda) e o percevejo barriga-verde (Dichelpos furcatus), e mudança de hábitos”, destaca.

Para o consultor, os produtores precisam conhecer a fundo o histórico das áreas de plantio, a incidência de pragas nas propriedades próximas, o levantamento agronômico da população existente, bem como buscar soluções a exemplo do tratamento de sementes, para evitar perdas e realizar o manejo preventivo da lavoura na fase inicial. “Empregando ações de manejo biólogico, associadas ao manejo químico, é possível acompanhar e controlar a incidência de pragas na lavoura, levando sempre em consideração a utilização de áreas de refúgio, que auxiliam na diminuição da resistência de pragas, e as orientações corretas para a utilização de produtos”, diz.

Em termos de competitividade, a adoção de tratamentos preventivos, em dosagens e condições climáticas corretas, podem proporcionar ganhos representativos à colheita, além de um crescimento contínuo da commodity, voltado ao trabalho conjunto entre a indústria e o campo. De acordo com Marcus Lawder, gerente de Cultura Milho da Bayer CropScience na região Sul, a tomada de decisão sobre quais soluções empregar na cultivar, bem como o monitoramento constante durante a emergência e pós-emergência da planta, são importantes aliados dos produtores rurais. “Por meio de ações preventivas para o manejo de doenças foliares e pragas é possível obter ótimos resultados em produtividade, qualidade, palatabilidade e valor nutritivo de grãos e forragem”, destaca.

A Bayer CropScience oferece em seu portfólio os inseticidas Connect® e CropStar®. Ambos atuam no controle de pragas sugadoras e mastigadoras e apresentam característica de amplo espectro. Connect® possui dois modos de ação, excelente efeito de choque e boa penetração na folha das plantas, o que proporciona maior eficiência no manejo de lagartas de cartucho e de percevejos barriga-verde. Já CropStar® é recomendado para o tratamento de sementes, com eficácia no controle conjunto de pragas sugadoras e mastigadoras, além de oferecer uniformidade de distribuição e aderência às sementes, sem formação de pó no processo de tratamento, nas sacarias de sementes e na semeadura.



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